Olá, pessoal.

Assim como outras pessoas, reuni alguns textos que analisam de forma crítica a situação em andamento na cidade do Rio de Janeiro. Encaminho a vocês para que possam ler estas palavras e formar opinião, pois os artigos e entrevistas diferem radicalmente do que vem sendo veiculado pela grande mídia.

Abraços,

Silvio Munari

Não haverá vencedores. Artigo de Marcelo Freixo. 28/11/2010.
“Pode parecer repetitivo, mas é isso: uma solução para a segurança pública do Rio terá de passar pela garantia dos direitos dos cidadãos da favela”, escreve Marcelo Freixo, professor de história, deputado estadual (PSOL-RJ), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 28-11-2010.

Segundo ele, “ter a polícia que mais mata e que mais morre no mundo não resolve”. E provoca: “Quem dera houvesse, como nas favelas, só 1% de criminosos nos parlamentos e no Judiciário…”

Marcelo Freixo: caso para o serviço de inteligência. 24/11/2010.
Para o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), o responsável pela instauração da CPI das Milícias, cabe ao serviço de inteligência da polícia carioca descobrir como – e se – os ataques foram orquestrados.

Violência no Rio: a farsa e a geopolítica do crime. 25/11/2010.
José Cláudio Souza Alves, sociólogo e pró-reitor de Extensão da UFRRJ, contesta as avaliações que predominam sobre a onda de violência no Rio

Caçada na favela da Vila Cruzeiro. 26/11/2010.
Plínio de Arruda Sampaio contesta a ação policial no Rio: é a “criminalização da pobreza”. E propõe alternativas.

Rede de comunidades e movimentos contra a violência: repúdio ao revide violento das forças de segurança pública no Rio de Janeiro, e às violações aos direitos humanos que vêm sendo cometidas. 27/11/2010.

Repudiamos a compreensão de que a situação na cidade seja de uma “guerra”. Pensar nestes termos, implica não apenas uma visão limitada e reducionista de um problema muito complexo, que apenas serve para satisfazer algumas demandas políticas-eleitoreiras, mas provoca um aumento de violência estatal descomunal contra os moradores de favelas da cidade.

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