Pesquisar

Mês

Abril 2008

Mais uma para o meu hypomnemata

“Dear Brothers and Sisters, dear Enemies and Friends, why are we all so alone here? All we need is a little more hope, a little more joy. All we need is a little more light, a little less weight, a little more freedom. If we were an army, and if we believed that we were an army, and we believed that everyone was scared like little lost children in their grown up clothes and poses; so we ended up alone here floating through long wasted days, or great tribulations. While everything felt wrong. Good words, strong words, words that could’ve moved mountains. Words that no one ever said. We were all waiting to hear those words and no one ever said them. And the tactics never hatched. And the plans were never mapped. And we all learned not to believe. And strange lonesome monsters loafed through the hills wondering why. And it is best to never ever ever ever ever ever ever ever ever ever wonder why. So tangle .. oh tangle us up in bright red ribbons! Let’s have a parade. It’s been so long since we had a parade, so let’s have a parade! Let’s invite all our friends. And all our friends’ friends! Let’s promenade down the boulevards with terrific pride and light in our eyes: twelve feet tall and staggering. Sick with joy with the angels there and light in our eyes. Brothers and Sisters, hope still waits in the wings like a bitter spinster; impatient, lonely and shivering, waiting to build her glorious fires. it’s because of our plans man; our beautiful ridiculous plans. Let’s launch them like careening jetplanes. Let’s crash all our planes in the river. Let’s build strange and radiant machines at this Jericho waiting to fall.”
– Silver Mt. Zion

Vinicius

Trecho da crônica “Da Solidão”, de Vinicius. Tem tudo no site

http://www.viniciusdemoraes.com.br

É realmente um site maravilhoso!

“Não, a maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, e que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e de ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes da emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto da sua fria e desolada torre.”

Creio que cada uma destas palavras valem tanto quanto água no deserto para nós, homens que sofremos demais e podemos, de uma hora pra outra, cairmos nas garras do ressentimento e nos tornarmos, também nós, homens do ressentimento (tornarmos?).

Site no WordPress.com.

EM CIMA ↑