São muitas as coisas que tenho pra fazer. O problema é que não quero fazer nenhuma delas. Não tendo ninguém pra conversar, e sem estômago pra tomar uns tragos, resolvi escrever. É, ainda estou nessa fase da vida em que posso escolher entre tomar uns tragos e escrever. Que sorte!

Ter ido pra Rio Claro no feriado foi das melhores coisas. Revi alguns dos caras mais importantes da minha vida e também conheci uma Travessa. Comi carne depois de treze anos e passei mal durante todo o restante do final de semana. Tomamos duas dúzias de cerveja. Falamos sobre teoria e prática da sedução e do pé na bunda. E, merda, corremos pelados no campinho de novo!

Além disso, consegui pegar minha homenagem na faculdade. Cacete. Agora fico mostrando isso pra todo mundo, sentindo vergonha e orgulho ao mesmo tempo. A parte mais engraçada é que nem sabia disso. Senão, teria ido à formatura, mesmo que tivesse que deixar de comer queijo no ano passado! Seria ótimo ostentar as plaquinhas na frente de algumas pessoas da minha turma que realmente queriam ganhar aquilo.

Por fim, teve Pirassununga. Ah, foi foda. Minha família. Meus trutas. O Del Rey. Os cachorros. Aquele PC que me acompanha desde o primeiro namoro. E, porra, nem tem como deixar de lembrar como que a gente se diverte enchendo a cara. No final das contas, a gente tem razão: não é que a banda seja ruim, mas ela fica muitíssimo melhor depois da décimo copo. Oh, yeah!

Ah, deus-pai. E tiveram as garotas. As mulheres. Obviamente. Pra fazer chorar e pra fazer rir. Tá faltando ainda aquela que, além de me fazer rir e chorar, também vai me fazer gozar. E, embora digam que é mais fácil conseguir essa última parte, eu não abro mão de conseguir todas ao mesmo tempo. Mas tenho que confessar: tá foda de sobreviver a esses meses todos só no sexo solitário. A vida é mais e menos do que isso, porra!

Só queria dizer isso. Ou talvez quisesse dizer mais. Não interessa, interessa?

Anúncios